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EXTENSÃO - 03/11/2010

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Bicicleta Livre procura voluntários

Projeto disponibiliza 25 bicicletas para uso gratuito dentro do campus da UnB e discute mobilidade urbana


Daiane Souza - Da Secretaria de Comunicação da UnB



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O projeto Bicicleta Livre procura voluntários interessados em ingressar na atividade de extensão que busca um novo modelo de mobilidade urbana, disponibilizando bicicletas para uso da comunidade acadêmica. “A ideia é que o uso das bikes se torne cultura por ser uma alternativa viável e prática”, afirma Igor Aveline, 22 anos, estudante do 5° semestre de Geografia e coordenador do projeto. Atualmente o Bicicleta Livre tem 15 membros: dois coordenadores que são bolsistas pelo Decanato de Extensão e 13 voluntários dos mais diversos cursos.

Vinte e cinco bicicletas estão distribuídas pelo campus e podem ser usadas por qualquer pessoa. De acordo com Aveline, outras 39 serão acrescentadas ao sistema à medida em que a cultura aumentar. A regra para o uso é que quem pegue uma bicicleta a devolva em um dos bicicletários do projeto. “Para que o sistema funcione, é necessária a consciência de todos”, diz.

A estudante Maísa Cristina Torres Dantas, 19 anos, do 2° semestre de Ciências Sociais, lembra que a Universidade é grande e os prédios distantes. Para seguir da Ala Sul do Minhocão à Biblioteca Central (BCE), Maísa precisaria de dez a doze minutos à pé. Com uma bike faz o percurso em um ou dois minutos e ganha mais tempo para estudar. “O projeto é útil e prático, tem ajudado aos estudantes a se deslocarem e ainda oferece a oportunidade de um excelente exercício”, conta.

Iago Graça e Silva, 20 anos, do 3° semestre de Serviço Social, não usa as bicicletas do projeto, mas apoia a iniciativa. “Tenho minha própria bicicleta. Minha preferência tem diversas razões, entre elas estão a saúde física e coletiva. Quanto mais bicicletas, menos carros. Quanto menos carros, menos poluição”, enfatiza. O resultado seria uma comunidade com mais qualidade de vida.

CRIANÇAS – O Bicicleta Livre mantém ao longo dos semestres uma série de atividades que visam a implementar a cultura de bicicletas comunitárias. Iago destaca a realização de oficinas que acontecem todas as quartas-feiras, na Associação Viver localizada na Estrutural. O público é constituído por cerca de 100 crianças de 6 a 12 anos e acontece no horário oposto ao período escolar. No espaço, elas assistem a vídeos, desenham e aprendem sobre diversos temas para sua faixa etária. O foco está sempre voltado para a mobilidade urbana.

O principal objetivo é que elas deixem de associar as bicicletas a um transporte para pessoas de baixa renda. Yuriê Batista César, 25 anos, também coordenador do projeto, explica que boa parte das crianças que moram na Estrutural aprendeu que bicicleta é um veículo para quem não pode ter um carro. “Mostramos as bicicletas como alternativa para a qualidade de vida e o bem-estar social”, reforça.

Outra atividade, que deve acontecer até o fim do ano letivo, é uma intervenção em que os voluntários pintam ciclofaixas nas vias do campus. No último semestre foram feitos dois trechos. Um deles fica na pista entre o Postinho da L3 Norte e o Balão que dá acesso à BCE. O outro fica entre a Casa do Estudante Universitário (CEU) e a avenida L4 Norte. O projeto lançou também uma revista e uma cartilha que ensinam aos motoristas e ciclistas como se portarem no trânsito.

SERVIÇO
Para mais informações sobre o Bicicleta Livre acesse o site www.bicicletalivre.unb.br, mande e-mail para bicicletalivre@gmail.com ou entre em contato com Igor Aveline pelo telefone 9214-2090 ou com Yuriê Batista no 9154-7958.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: Secom UnB. Fotos: nome do fotógrafo/Secom UnB.

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